Havia algo em Iara que não parecia montado, embora tudo estivesse perfeitamente escolhido. Um tipo de elegância que não implorava por aprovação.
Iara olhou para o corredor, depois para Lua, reconheceu-a imediatamente. Ela sorriu calorosa.
Lua sentiu um alívio tão inesperado que quase doeu, sorriu de volta antes mesmo de pensar se deveria parecer mais formal, mais discreta, mais adequada à posição de noiva de Eros Bitencourt.
Iara se aproximou com passos decididos.
— Lua! — cumprimentou, como se