8. A vítima desesperada
O sim de galhos se partindo, a aspereza das árvores e a escuridão da noite não forma suficientes para que eu percebesse o perigo ao conseguir me libertar dos braços daquela pessoa. Da pessoa que perseguia durante meses. Eu não poderia acabar assim.
Meu peito subia e descia de forma rápida ofegante no instante em que corria em direção ao horizonte.
Eu não poderia morrer ali, não depois de tudo que havia descoberto.
Continuei correndo até sentir a terra molhada em minhas mãos. Eu havia caído, meu