Theo pousa a mão carinhosamente na minha coxa, trilhando um caminho imaginário com o polegar em minha pele, me causando pequenos arrepios. Ele está concentrado na estrada, a mão que pousa no volante batuca lentamente em sincronia com a música que toca baixo no rádio.
Por mais que sua postura esteja relaxada, sei que ainda está pensativo e sinto um comichão dentro de mim, dobrando o tamanho, por não saber o real motivo disso.
Sei que não posso pressiona-lo com isso, ele não funciona dessa forma,