O iate nos deixou no píer por volta das 20h e como eu havia ido de táxi, o Theo se ofereceu para nos levar até em casa.
Roberta e Vitor dividiam um apartamento que ficava no caminho para a minha casa. Os dois entraram no banco de trás do jipe do Theo e eu entrei na frente, seguido por ele.
Assim que respirei fundo, o cheiro dele adentrou minhas narinas e eu me senti em casa, como se não tivéssemos ficado tantos anos longe um do outro.
— O que você fez com a caminhonete antiga? — perguntei, en