A observo de canto de olho, ela rói a ponta da unha do indicador e sei que é uma mania que tem quando fica nervosa. Ela abre o pequeno portão e caminha até a porta, sem me esperar. Fecho o portão e caminho até ela que está terminando de destrancar a porta quando eu me aproximo.
— Bem-vindo a minha casa — ela falou e acendeu a luz do ambiente que presumo que seja a sala — Quer algo para beber? — ela perguntou e eu apenas assenti.
Ela se afasta de mim e eu aproveito para olhar pelo cômodo. Próxim