Ele estava sentado na beirada da cama, já vestido com uma camisa preta impecável, embora parecesse um pouco mais pálido do que o normal. Não havia sinal do homem vulnerável da noite anterior. Seus ombros estavam rígidos e sua mandíbula, de novo, era de granito. Estava terminando de abotoar os punhos da camisa quando notou que ela havia acordado.
O olhar que ele lhe lançou foi como um balde de água gelada. Não havia sinal da confissão febril, nem da carícia na nuca.
— Já era hora de você acordar