Alessandro Di Giovanni já presidia a mesa. Não restava nem rastro do homem que horas antes lhe levara uma bandeja de comida com um gesto quase terno. Ali, sentado na cabeceira, com as costas perfeitamente retas e um terno escuro que parecia uma armadura de alfaiataria, emanava uma autoridade que preenchia cada canto do salão. Suas mãos, de dedos longos e decididos, estavam entrelaçadas sobre o vidro, e seu olhar percorria a equipe com uma frieza analítica que punha à prova os nervos de qualquer