A sorte da Celina é que o Daniel tinha acabado de me fazer uma massagem relaxante, senão ela ia ver só.
Seguimos em silêncio até a mesa em que ela estava.
Parei do lado, cruzando os braços e fazendo a minha melhor cara de poucos amigos.
— Bonito, hein, dona Celina? — acusei, erguendo uma sobrancelha.
Celina quase engasgou com o gole de uísque.
O tal Gustavo, o veterinário simpático, deu um sorriso sem jeito e cumprimentou a gente com a cabeça.
— Amiga! — Celina limpou a boca rápido, tentando dis