Desci da chave de roda num pulo, com o coração na boca.
Fiquei parada por um segundo, olhando para a carroça como se pudesse voltar no tempo e prender de volta a madeira sozinha.
Lá de baixo veio um silêncio suspeito.
Muito suspeito.
— Daniel?
Nada.
— Daniel?
Ainda nada.
Pronto, matei o homem.
A veterinária nem chegou e eu já gerei o primeiro paciente.
Antes que eu pudesse começar a planejar uma desculpa minimamente aceitável, Daniel deslizou para fora debaixo da carroça, resmungando alto e esfr