Sofia estava brincando alegremente com seu filho pequeno, Javier, no vasto pátio da mansão escondida entre as árvores nos arredores da Capitalia. A risada de Javier, tão inocente e cheia de vida, ecoava no ar, contrastando com a tensão que Sofia sentia por dentro.
De vez em quando, seu olhar se desviava para os cantos escuros do pátio, para as sombras que se moviam com o vento. Havia uma sensação constante, um formigamento na parte de trás do pescoço que lhe dizia que estavam sendo observados.