— Então você é o Marcos Montreal— falo seu nome lentamente, enquanto fecho a porta atrás de mim. — Para um defunto, até que você está muito bem— ironizei olhando-o de cima a baixo.
— E para um pobre coitado, você tem bastante privilégios — respondeu também irônico, mas a sua raiva se sobressaiu.
— Pobre? Não mais, ou você se esqueceu que naquele resultado do julgamento da sua filha, você foi obrigado a pagar cinco milhões para nós. Um pobre não tem milhões na conta.
Ele ri, analisando-me.
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