Eu levava uma vida que para mim era normal, até o diagnóstico.
Mas eu não entendi certos acontecimentos no meu dia-a-dia. Porque eu era daquele jeito, levava as coisas a sério.
Sofria muito internamente por coisas que as pessoas não faziam nem ideia de quando eu falava.
Só mencionavam que eu tinha gênio forte.
Quando descobri meu diagnóstico queria continuar livre.
Tive crises em que eu precisava segurar minhas mãos para não cortar o cabelo. Era muito comprido, e não era só