Ísis
Henrique deu a volta no carro e abriu a porta estendendo a mão para mim.
— Nervosa? — perguntou ao notar meu estado.
Ignorei a mão dele por puro orgulho e saí sozinha.
— Só estou tentando imaginar quantas mulheres você já trouxe aqui.
— Está com ciúmes, esposa?
— De você? — soltei uma risada curta. — Nem um pouco.
— Hmm.
Ele fechou a porta atrás de mim sem acreditar na minha resposta. Comecei a caminhar na frente dele, mas Henrique segurou meu braço. Abaixou a cabeça até sua boca ficar per