Eu prometo...
Henrique
As lágrimas escorriam pelo rosto da Ísis. Vê-la chorar doía mais do que minhas mãos depois dos socos que acertei no canalha do Heitor. Puxei Ísis para os meus braços, frágil e tremendo. Mantive ela envolvida em meus braços, enquanto apoiava o queixo sobre os seus cabelos.
— Não chora assim… eu não vou permitir que nada de ruim te aconteça. — Minha mão deslizou lentamente pelas suas costas num gesto de carinho.
Eu sabia o quanto estava sendo doloroso para ela. Porque o problema não era