Henrique
O dedo do Heitor repousava sobre o gatilho, enquanto o sorriso dele era de pura insanidade.
— Atira, Lucchese!
A voz dele ecoou pelo parque.
— Vamos! Acaba com isso!
Abriu os braços por um momento, sem abaixar a arma.
— Nós dois podemos morrer juntos aqui mesmo.
O sorriso dele era diabólico.
— Ou… talvez eu seja mais rápido e apague você antes.
Não respondi e continuei encarando seus olhos. Era ali que estava o verdadeiro perigo e qualquer distração poderia ser o meu fim. Pelo menos fo