O calor da proximidade de Apolo era quase insuportável, uma barreira sólida de músculos e magnetismo que me deixava sem ar. Aqueles olhos azuis, implacáveis e frios, procuravam em meu rosto qualquer sinal de mentira ou fraqueza.
— Eu repito, Kayla... o que você está fazendo no meu banheiro ? — a voz dele vibrou contra o meu peito, um rosnado baixo de quem estava acostumado a ter o controle absoluto.
Por um segundo, o pânico ameaçou me dominar. Minhas mãos suaram contra o mármore frio da ba