Caminhei decidida até o sofá de couro no canto da sala e me sentei, cruzando as pernas de forma elegante , sustentando o olhar dele.
Apolo me observou por alguns instantes. O canto de sua boca vacilou em um quase sorriso, e a rigidez em seus ombros relaxou um pouco. Ele passou a mão pelo rosto, soltando um suspiro longo.
— Na verdade... você tem razão — ele admitiu, e a honestidade na sua voz me pegou desprevenida.
— Eu tentei descontar a minha raiva da Eleonor em você. Mas ainda bem