Apolo o encarava com o queixo erguido e os punhos cerrados ao lado do corpo, vendo ali o rival, o sujeito que ele acreditava ser o dono do meu coração e o pai do meu filho.
Já o olhar de Carlos era o de quem enxergava o homem que ele sabia que tinha verdadeira importância na minha vida — aquele que me deu, sem saber, o meu maior presente: o meu filho. Dava para ver o medo em suas feições, o pavor de que eu, por amar o Apolo, resolvesse lhe contar a verdade e destruísse a chantagem.
Depois d