Depois de horas de uma aflição que parecia dilacerar o meu peito, eu finalmente pude ver o meu garotinho. As lágrimas logo me vieram aos olhos ao ver o meu pequeno deitado naquela cama de hospital, com um curativo enorme na cabeça e o rostinho tão pálido.
Ele ainda estava recebendo o sangue da transfusão. Júlia estava ao meu lado, também muito emocionada e chorando baixinho. Já Apolo, exibindo um curativo pequeno no braço onde foi tirado o sangue que estava salvando a vida do meu filho, mant