Fabiana
— Meu Deus, Will! — abraço meu pequeno com força, enquanto vários carros pretos e com vidros escuros passam levantando poeira. — Quase mata a mamãe de susto.
— Desculpa, mamãe. — Ele chora. Afinal, o jeito como corri e o puxei com medo que fosse atropelado também o assustou.
Estávamos indo até a casa do Gabriel. É seu único amiguinho. O único que os pais não se importam que seja meu filho.
— Tudo bem, querido. A mamãe só ficou com medo que se machuque. Não precisa chorar. Vamos animar.