Enfim, de volta à realidade: estou sentada na aula de história, e é como se o tempo tivesse parado só para me torturar. O professor continua falando sem parar, mas eu já me desliguei há um bom tempo. Sério, ele poderia estar explicando como construir uma máquina do tempo, e eu ainda estaria aqui, perdida nos meus próprios pensamentos.
Olho para o lápis na minha mão e percebo que estou batendo ele no caderno, como se isso fosse aliviar a ansiedade. Daqui a pouco é hora do almoço, e a expectativa