Deboche
A manhã entrava tímida pelas frestas da cortina do quarto. O cheiro de café recém-passado invadia o corredor, mas na cozinha reinava um silêncio estranho. Suzy acordou, o corpo ainda pesado do sono, e caminhou até a sala. Foi então que percebeu Sabine sentada à mesa, de costas para a janela, a pele marcada por hematomas arroxeados no braço e um corte mal cicatrizado na lateral do rosto.
Suzy parou na porta, cruzou os braços e ergueu uma sobrancelha.
Suzy debochada:
“ Nossa… quem foi a