O vento soprava da janela do carro, as ondas negras de Paloma batendo descontroladamente em seu rosto enquanto ela continuava a repreender Kate. Kate afundava mais e mais em seu assento como se fosse uma adolescente flagrada escapando à meia-noite. Apoiando o cotovelo contra a porta, Kate aninhou o rosto na palma da mão, permitindo que seus olhos se fechassem enquanto tentava desesperadamente ignorar a tagarelice irritada de Paloma.
"Você está me ouvindo?"
“Não”, admitiu Kate, virando a cabeça