Olhei para Miguel em seus olhos.
Agora, quando nos enfrentávamos, só restava indiferença.
Falei lentamente: - Sinto muito, Miguel, sua história é muito comovente e sua família não é fácil, mas isso não é motivo para eu os perdoar por me magoar. Adultos devem ser responsáveis por suas ações.
- Catarina Rocha, você é tão cruel assim?- Os olhos de Miguel ficaram vermelhos de raiva.
Eu ri levemente: - Miguel, eu não sou uma mãe santa, você não precisa me repreender assim, mas você está certo, por su