Enquanto providenciava o nosso café da manhã, debatíamos banalidades, e somente após estarmos alimentadas é que Maitê olhou em meus olhos e perguntou o que estava acontecendo. E dessa vez relatei toda a história que havia se desenrolado, as minhas descobertas e minha relação com Kiron.
— Aisha, é muita coisa para processar.
— Nem me fale…
— Você conheceu seu pai biológico?
— Não, Maitê. Eu não o culpo. Dizem que a dor por perder seu companheiro é terrível. Nem todo lobo resiste a ela. Meu pai J