Após todos os relatos, chegou a hora dos nossos monólogos finais, primeiro seria o advogado de defesa tentar convencer o júri da inocência de seu cliente, Junior. Enquanto ele começava a falar, observei atentamente suas palavras, pronta para contestar qualquer argumento falacioso.
No entanto, à medida que o advogado de defesa prosseguia com seu discurso, senti uma mistura de incredulidade e indignação se espalhando dentro de mim. Seu monólogo era audacioso e desprovido de qualquer noção da real