THEODORO
Na segunda-feira de manhã, acordei com o despertador tocando, levantei e fui até a cozinha. Encontrei dona Ana já preparando o café da manhã, cumprimentei-a com um abraço, como sempre fazia e depois me servi de uma generosa xícara de café.
— Está tudo bem, Theo?
— Tô sim, dona Ana.
— Mas não parece.
— Por que está dizendo isso?
— O senhor está parecendo que não dormiu direito.
— Isso é verdade. Fiquei rolando na cama por um tempão.
— Preocupação?
— Sei lá. A cama parecia grande demais