32. Nayana
Nayana
Quando lá chegamos, era escusado dizer o quanto nós três nos divertimos juntos, o lugar era mesmo fascinante e mágico. Era como se a gente não estivesse em Singapura, mas sim, numa cidade chinesa literalmente. Hari e Radesh tiveram que ficar usando o mandarim deles pra poder se comunicar no lugar porque pra manter a autenticidade as pessoas ali só falavam em suas línguas nativas, depois que saímos dos templos, fomos para as bancas que vendiam todo tipo de bugiganga da cultura chinesa e d