Mundo ficciónIniciar sesiónLuna Mitchell, uma estudante de literatura que encontra um antigo diário que revela segredos de um vampiro misterioso, Sebastian. Ao investigar, Luna descobre que Sebastian é real e enfrenta uma ameaça mortal de vampiros renegados. Unidos por um destino ancestral e um romance inesperado, Luna e Sebastian devem lutar juntos para proteger sua cidade e confrontar os segredos sombrios que os cercam. "Sebastian, eu preciso saber a verdade. Posso confiar em você?" "Você entrou em um mundo perigoso, Luna. E agora, não há como voltar atrás."
Leer másA igreja abandonada, oculta entre as árvores retorcidas de uma floresta antiga, se erguia diante de nós como uma relíquia esquecida. Era um lugar desolado e misterioso, de tetos altos e janelas quebradas que deixavam feixes de luz da lua iluminarem o interior empoeirado. O ar era pesado, carregado com a história de muitos séculos, mas, ao mesmo tempo, havia uma sensação de paz ali — o lugar perfeito para algo tão íntimo e eterno.Sebastian segurou minha mão enquanto caminhávamos em direção ao altar, nossos passos ecoando suavemente pelos corredores vazios. Ninguém sabia que estávamos ali. Não havia convidados, nem celebrações grandiosas, apenas nós dois. E, nesse momento, isso era tudo que eu precisava.A sensação de antecipação fazia meu coração — agora imortal — bater com uma intensidade nova. Não havia palavras suficientes para descrever o que sentia. O mundo parecia ter parado, e tudo o que importava estava ao meu lado, segurando minha mão com firmeza. Senti o calor da sua pele e
O sol começava a se esconder no horizonte, tingindo o céu com tons de laranja e vermelho que penetravam pelas janelas do castelo. Eu havia passado a maior parte do dia imerso em meus pensamentos, tentando lidar com as emoções que vieram à tona depois de minha conversa com Luna na clareira. Ela havia aceitado minha proposta de casamento, de compartilhar a eternidade comigo, e isso me trouxe uma sensação de felicidade que eu não sentia há muito tempo. Mas, ao mesmo tempo, havia um nó de preocupação crescendo no meu peito.Olhei ao redor do grande salão, onde os primeiros raios da noite começavam a lançar sombras longas e escuras. O silêncio ali sempre fora uma constante, mas, de repente, ele pareceu insuportável. Um instinto estranho me dizia que algo não estava certo. Onde estava Luna?A ausência dela era quase palpável, e eu me levantei de onde estava, começando a caminhar pelos corredores do castelo. Chamei por ela algumas vezes, esperando ouvir sua voz
**Luna** O céu estava tingido de um cinza suave, e a névoa que cobria o jardim dava um ar quase onírico ao ambiente. Sentei-me em um banco de pedra próximo às roseiras, tentando encontrar um pouco de clareza em meio aos pensamentos que me envolviam. A brisa fresca tocava minha pele, e, pela primeira vez em muito tempo, me senti viva. Não apenas viva no sentido literal, mas em paz com o que havia se tornado. À minha frente, vi Oliver caminhando pelo jardim, os ombros levemente curvados enquanto ele olhava para o chão. Ele parecia perdido em seus próprios pensamentos, e, ao vê-lo ali, senti um impulso repentino de me aproximar dele. Queria conversar, dividir um pouco das coisas que estavam passando pela minha cabeça. "Oliver," chamei, minha voz suave interrompendo o silêncio. Ele levantou o olhar, uma expressão de surpresa seguida de um sorriso leve surgindo em seu rosto. "Luna," ele respondeu, aproximando-se. "O que faz aqui sozinha?" "Estava pensando em muitas coisas," admiti
***** Luna *****O sol começava a se esconder no horizonte, tingindo o céu com tons de laranja e vermelho que penetravam pelas janelas do castelo. Eu havia passado a maior parte do dia imerso em meus pensamentos, tentando lidar com as emoções que vieram à tona depois de minha conversa com Luna na clareira. Ela havia aceitado minha proposta de casamento, de compartilhar a eternidade comigo, e isso me trouxe uma sensação de felicidade que eu não sentia há muito tempo. Mas, ao mesmo tempo, havia um nó de preocupação crescendo no meu peito.Olhei ao redor do grande salão, onde os primeiros raios da noite começavam a lançar sombras longas e escuras. O silêncio ali sempre fora uma constante, mas, de repente, ele pareceu insuportável. Um instinto estranho me dizia que algo não estava certo. Onde estava Luna?A ausência dela era quase palpável, e eu me levantei de onde estava, começando a caminhar pelos corredores do castelo. Chamei por ela algumas vezes, esperando ouvir sua voz ou, ao menos,





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