NARRAÇÃO THOMAS:
O trânsito daquela maldita avenida parecia não andar, e o meu pé afundava o acelerador contra o assoalho do carro, o motor roncando tão alto quanto a raiva que subia pelo meu pescoço.
Eu estava enlouquecendo. Literalmente enlouquecendo.
A Pravda.
Aquele subsolo maldito, antro de promiscuidade e libertinagem que eu conhecia tão bem, mas onde eu nunca permitiria que a Violet pisasse.
Não ela. A Violet era minha.
Minha obsessão, minha propriedade, a mulher que dominava cada mal