Me aproximo devagar, sentindo meu peito apertar. Me sento ao seu lado e, com os dedos ainda trêmulos e marcados pelo que aconteceu, começo a acariciar o rosto dela.
Minha mão desliza pela sua pele fria, contornando a linha do seu maxilar, subindo para afastar uma mecha de cabelo da sua testa.
Ela está vulnerável, desarmada, e a visão dela assim me destrói.
Fico ali, em um silêncio absoluto, apenas sentindo a textura da sua pele e implorando internamente para que ela não me deixe.
É nesse