— Sai! Agora!
Ela aponta para a porta.
Visto a roupa em segundos.
O tecido da calça, a camisa... tudo rápido. Paro na porta, fechando os botões, dou uma última olhada.
Ela estava ali, segurando aquela porta, nua, coberta pelo lençol e fúria. Linda.
Selo seus lábios, e ela se afasta birrenta.
— Sai logo daqui.
— Quarenta minutos. Não se atrasa.
É uma ordem, mas por dentro eu estou implorando.
Ela bate a porta com tudo.
O barulho ecoa pelo corredor. Sorrio sozinho.
Ela não quer meu amor