— Delícia.
murmurei, vendo o rastro do nosso caos sobre a cama.
Ela virou o rosto para mim, os olhos nublados, exausta, mas com aquele sorriso perverso que me dizia que ela tinha adorado cada segundo da minha brutalidade.
— Você é o diabo.
ela sussurrou, a voz sumindo.
Tomei sua boca com posse, podia ser o que ela quisesse, se estivesse dentro dela todas as drogas de noites.
...
O som da nossa respiração, pesada, errática, tentando voltar ao eixo, enquanto o nosso calor se esvaia