Erick Peterson
Cecília senta no meu sofá sem forças depois de pular horrores ao som de uma música eletrônica. Deixo a garrafa em cima da mesa de centro em busca de um controle que não acho.
— Ah, deixa tocar essa mesma. — sento na antiga poltrona de Éden.
Cecília riu alto, segurando com elegância a sua taça. Nem um pingo de bebida foi derramada e tenho que bater palmas para essa mulher.
— Eu… com certeza, aguento mais uma garrafa. — Seu sorriso é solto, olhos pequenos quase se fechando.
— Melho