Fátima Maria Martinelli
Passamos horas conversando, até que percebi que já estava bem tarde e que, se eu não encerrasse a noite, Ana Luiza iria trabalhar sem ter descansado um pouco.
— Agora vai dormir, minha filha — falei, alisando seus cabelos. — Amanhã você tem que acordar cedo para o trabalho.
— Boa noite, mãe... Te amo.
— Também te amo, Ana. E nunca se esqueça disso.
Ela foi para o quarto, e eu fiquei ali na sala por mais alguns minutos, com o coração apertado, mas cheio de amor.
No dia se