Meu coração parou por um instante.
Meus dedos congelaram no botão do pijama, e engoli seco antes de virar a cabeça lentamente, já sabendo quem era o dono daquela voz.
David estava encostado no batente da porta, com os braços cruzados e o olhar fixo em mim.
A expressão dele era fria, cortante, como se pudesse ler todos os meus pensamentos mais escondidos.
— O que você está fazendo aqui? — Perguntei o encarando.
Ele fechou a porta atrás de si, o som seco da madeira ecoando pelo quarto.
— Essa não