Ele falou entredentes. Não gostou nada da minha ação. Eu balancei minha cabeça, negando, mesmo que não foi uma pergunta. Ele arqueou a sobrancelha e me olhou fixamente nos olhos.
— Eu não quero… ahhh… eu juro… — falei com dificuldade, ele não parou seus movimentos. Ele aproximou sua boca do meu pescoço e deu um chupão forte, quase uma mordida.
— Ai! — reclamei, e ele riu.
— Eu posso marcar você, você não pode me marcar, não pode fazer nada. — Afirmou, enquanto continuava deixando chupão no