"Como isso pôde acontecer? Como isso foi acontecer?!"
O rosto de Arlete estava mortalmente pálido, com uma palidez espectral. Ela repetia essas palavras em pânico, incapaz de aceitar que seu filho, até então saudável e cheio de futuro, estivesse arruinado.
Ela passara a vida debochando de Andrey, chamando-o de inútil, aleijado e incapaz de exercer sua masculinidade. E agora, seu próprio filho enfrentava exatamente a mesma tragédia.
Se ele não pudesse mais ser um homem completo, o que seria do f