O corpo de Emily enrijeceu por alguns segundos.
Sentiu um tênue alívio; ao menos aquela exigência parecia menos devastadora do que enfrentar a degradação no andar inferior. Suprimindo a humilhação no peito, sentou-se na borda do colchão, mantendo os olhos cerrados.
Ela sabia que Rafael a observava.
Aquele olhar desinibido e dominador era tão avassalador que, mesmo com as pálpebras fechadas, sentia-se cercada por uma chama intensa — sem qualquer rota de fuga.
Com as mãos trêmulas, Emily mordeu o