Eu estava aérea naquele sábado. O restaurante da minha avó estava tendo um movimento razoável, o que de certo modo era bom. A coisa ruim era que eu não tinha sequer cabeça para agir como uma gerente decente. Pobres clientes, pobre Nonna.
Eu estava torcendo um pano de prato por horas, pelo que parecia, e só havia me dado conta naquele momento. Enfiei o pano no bolso dianteiro do meu avental, deixando a ponta pendurar de uma maneira nada graciosa. A mão no meu ombro chamou minha atenção, então me