A cabeça inclinada para trás.
Os olhos fechados.
Pude ver a exaustão que ainda carregava.
As marcas do que havia passado.
— Como se sente? — perguntei, me sentando ao lado dele.
— Vivo — disse ele, abrindo os olhos para me olhar. — Realmente vivo.
Algo na intensidade do seu olhar fez meu coração acelerar.
Seus dedos tocaram gentilmente meu rosto.
Como se estivesse memorizando cada detalhe.
— Oliver — disse ele baixinho. — Quase te perdi. Quase perdi isso tudo.
— Mas não perdeu — respondi, cobri