Dália encarou Sebastian com os punhos cerrados.
— Se você não quer me levar, então abra o portão! Eu posso ir por mim mesma.
Sebastian devolveu o olhar, impassível. — Como eu disse, senhorita, as ordens do senhor Almeida são para não deixá-la sair de casa sob hipótese alguma!
— Eu não sou uma criança e nem uma prisioneira! Abram este portão agora! — Dália levantou a voz, ordenando e encarando cada um dos guardas, mas todos eles desviaram o rosto ou baixaram o olhar, como se o assunto não fosse