Tô meio surpresa com o silêncio do Patrick. Achei que ele estaria dramatizando, correndo atrás de mim, implorando perdão...
Não que eu fosse perdoá-lo tão facilmente. O que ele fez foi gravíssimo. Mas ainda o amo... e não quero perdê-lo.
— Ahhhh!! O amor é uma merda! — grito, abafando a voz no travesseiro.
Depois que voltamos da escolha do nosso apartamento, dona Vera me disse que Patrick decidiu passar um tempo na casa de uns amigos e que não havia necessidade de eu continuar na casa da Joana.