Lyra não falava.
Ela permanecia em silêncio.
Imóvel.
Respirando rápido, a pele corada, as bochechas em brasa.
Ela não dizia uma palavra. Mas eu sentia o corpo dela tremer.
Não de medo.
De excitação.
Ela gostava disso.
Ela amava isso.
Ela amava a forma como eu a reivindicava diante de outra pessoa. Amava como eu rosnava sobre o slick dela como se fosse moeda. Amava o modo como meu pau pulsava sob a calça enquanto eu contava tudo a uma médica.
— Eu não preciso sair — Falei, o tom agora definitivo.