~Lyra~
Um gemido escapou de mim quando ele puxou o polegar da minha boca e o deslizou direto para baixo.
Pelo meu queixo.
Entre meus seios.
Descendo pelo ventre.
Até alcançar a barra do vestido ou o que restava dele.
Ele o levantou devagar.
Tão devagar.
E lá estava de novo.
Minha boceta nua, pulsando.
Ainda escorrendo.
Ainda rosada.
Ainda arruinada pela língua dele.
Ele não tocou.
Nem chegou a roçar os dedos.
Só ficou olhando.
Como se fosse dele.
Como se o nome dele já estivesse tatuado ali.
— A