~Damon~
Ela estava no chão. Sangrando. As mãos pequenas pressionavam a própria barriga como se pudesse segurar a vida ali dentro, nas palmas nuas, mas o sangue continuava vindo. Pintava a pele dela. Pintava o chão. Pintava minha alma com fogo.
Minha gatinha. Minha garota. Minha companheira. Minha obsessão.
Ela estava quebrada, chorando, e ainda assim olhava pra mim como se eu fosse salvação. Como se eu fosse a resposta às preces que ela gritou até a voz morrer.
Ver aquilo não me feriu. Me matou