— Eu sou tão boazinha pra você, não sou? — Falei, a voz trêmula mas firme, enquanto minha mão deslizava pela coxa dele e meus olhos continuavam fixos no pau ainda latejando bem na minha frente.
— Eu fiz você gozar tanto. Fiz seu pau pulsar. Você nem conseguiu se segurar, Daddy. Me pintou como se eu fosse sua tela.
Me inclinei e beijei a cabeça do pau dele... devagar, molhado, saboreando a gota que ainda grudava na ponta. Meus olhos nunca deixaram os dele. Minha boca permaneceu aberta.
— Ainda tô