— Molhada.
Eu congelei. Porque ele não estava errado.
Eu encharcava a calcinha outra vez. As coxas grudavam. A respiração saía irregular. A boceta pulsava, dolorida.
— Você é mau — Eu sussurrei.
— Você adora.
— Eu odeio.
— Você já está levantando o quadril.
E, pela Deusa.
Eu estava.
Meu corpo se movia sem pedir permissão, se contorcendo, carente, traidor.
— Eu juro — Arfei — que, se eu engravidar de mais por causa disso, eu incendeio o Templo da Lua e grito o seu nome nas cinzas.
— Você já grita