Damon agarrou o meu maxilar e ergueu o meu rosto, me obrigando a olhar para ele enquanto o polegar dele roçava a minha boca.
— Diz para ela, gatinha. Diz o que você fala quando eu dou o nó em você. Diz quantas vezes você implora para ser cheia.
— Eu... eu digo por favor — Gaguejei, a garganta arranhada. — Por favor, me dá o nó... por favor, não para... por favor, coloca os seus filhotes em mim...
Damon soltou um rosnado e me beijou.
Foi sujo. Voraz. A língua dele tomando a minha, os dentes arras