A mandíbula dele travou.
Os ombros deram um solavanco, como se algo dentro dele discordasse. Como se a fera não quisesse ouvir. Como se quisesse vingança. Carnificina. Morte.
Mas eu continuei falando.
Eu precisava.
— Você não me perdeu — Eu disse, a voz arranhada. — Não perdeu. Eu ainda estou respirando. Eu ainda estou aqui. Eu sou sua, Damon. Eu nunca deixei de ser sua. E eu não quero que a primeira coisa que você faça depois de me salvar seja algo que vá te assombrar.
As garras dele tensionara